Pausa à poética

Neste virtual e quase infinito espaço, um anônimo e singular poeta pretende expressar suas desimportantes impressões diárias e perturbadoras acerca dos mundos reais e das atitudes, não raras vezes, banais dos animais rotulados de racionais.

Pausa à poética

Neste virtual e quase infinito espaço, um anônimo e singular poeta pretende expressar suas desimportantes impressões diárias e perturbadoras acerca dos mundos reais e das atitudes, não raras vezes, banais dos animais rotulados de racionais.
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Terra Blog

25.01.08

Subterfúgios

categorias: cotidiano

Agora que se aproximam os festejos,
as pessoas se atropelam nos corredores
dos shoppings e nas sufocantes avenidas,
em busca de adereços e de supérfluos objetos.

Todavia, aquém destes ornamantos, um desejo
vasto e nu de se completarem com amores;
mas, na dubiedade, as pessoas não vêem que na vida
a essencialidade singular é o amor, a felicidade, o afeto.

Ofuscados pelo brilho dos diamantes,
os humanos não percebem amiúde,
que é no plano imaterial, além de vicissitudes,
e desnudo, que o viver revela-se significante.

Cid Rodrigues Rubelita

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